Dilo era um coroa amigo do Bruno que ia a todos os ensaios da gente para tocar alguma música no final.
    Como ele era muito "presente", Marquinhos sugeriu o nome Dilo para a banda e todos aceitaram na hora. Era um bom motivo para parar de brigar pelo nome.


    Depois, na minha opinião, foi uma sucessão de músicas excelentes, bem arranjadas e bem tocadas, porém tivemos dificuldade para manter a coesão de relacionamento, necessária ao sucesso.
    Uma versão em reggae para a música Muito Romântico do Roberto Carlos foi, recentemente regravada por um artista famoso. Acho nossa versão melhor, gravada ao vivo 10 anos antes. Está aí nos links.


    O Mestre Dillo, após a saída do Mourão e do Flávio ainda tocou comigo cantando, num show num cabaré da Lapa. Depois entrou um investidor-cantor, boa gente, mas sem o brilho do Mourão cantando. Também dá para perceber nos links. Aliás, os arranjos com o Gabriel ficaram excelentes, mas o vocal perdeu um pouco.


    Ainda, depois de anos, acho as músicas modernas, as letras fortes, as melodias raras e a execução excelente. Gosto de ouvir. Há muitas músicas para vocês ouvirem e verem se concordam, ou não, comigo. Enjoy!
    Talvez seja a banda nossa que mais apareceu no cenário rádio-inferninho do RJ. É sem dúvida a que reunia as melhores músicas e o maior talento.
    Surgiu da união entre Os Bão e o Zangaramba, após a saída do Cebolinha da banda. Entraram dois feras da produção musical e visual, Marcelo Mourão (vencedor do Anima Mundi) e Flavinho.
    O nome Mestre Dillo foi uma solução pacífica para a briga que havia para a manutenção de um dos nomes, Os Bão ou Zangaramba. Aliás, Zangaramba é um nome fantástico e Os Bão é um lixo. Mas, sinceramente, eu prefiria (e prefiro) Os Bão... Gosto não se discute, se lamenta...
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